terça-feira, 12 de novembro de 2013

Brasileiros acreditam estar em situação econômica melhor que a do país


O salário mínimo brasileiro precisaria ser R$ 2.729,24 ao invés de R$ 678,00. Um brasileiro não consegue suprir suas necessidades básicas com o salario mínimo atual, segundo o DIEESE. Mesmo assim, os brasileiros entendem que a sua situação econômica esta melhor que a do país. Essa é a opinião de 43% dos brasileiros que entendem que a sua situação econômica pessoal é boa ou muito boa e apenas 26% acreditam que a economia do país vai bem. Esse é o resultado de uma pesquisa do Latinobarómetro, que entrevistou 20.204 pessoas em todos os 18 países da América Latina. De forma geral, 25% dos latino-americanos afirmam que o próprio país está em situação econômica boa ou muito boa.

Com 26% de respostas positivas, o Brasil está empatado com Argentina e Nicarágua e fica atrás de Equador (57%), Uruguai (47%), Panamá (44%) e Chile (34%). Já 29% dos brasileiros acreditam que a economia vai mal ou muito mal, abaixo apenas de Honduras (71%), Guatemala (51%), México (46%), Venezuela (37%) e Argentina (32%). O restante é dos que afirmaram que a situação do seu país é "regular".

Uma característica forte de nós brasileiros é que estamos muito otimistas em relação ao ano que vem: Os brasileiros, no entanto, são alguns dos mais otimistas em relação ao ano que vem: 65% esperam melhora, abaixo apenas de Paraguai e República Dominicana.

Já que somos otimistas, vamos torcer para que as nossas "torcidas" se confirmem

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Ferramentas que ajudam a performance até das pequenas empresas


A gestão das empresas precisam estar sempre se atualizando das principais ferramentas de gestão. A gestão exige planejamento e um bom planejamento exige ferramentas adequadas. E não estamos falando só em planejamento financeiro, outras formas de planejamento são essenciais.

As ferramentas ajudam os empresários e seus líderes a entender melhor a sua empresa e o mercado o qual ela atua, propiciando assim uma definição mais realista sobre os resultados que queira atingir, bem como se planejar melhor para o futuro.

Uma das ótimas ferramentas que estão sendo utilizadas no momento chama-se Análise SWOT. Segundo analise do especialista em gestão de pessoas, Eduardo Ferraz, a ferramenta é indicada para aprofundar o conhecimento do negócio em quatro grandes dimensões. Aqui, o ponto chave é ser absolutamente realista, pois de nada adiantaria uma análise irrealisticamente otimista ou pessimista.

Então conheça os pontos:

Strengths:
Quais são os pontos fortes da sua empresa? Tem a ver com os diferenciais que poucos têm ou atividades que dão lucro ou atraem clientes. Pode ser um produto especial, equipe qualificada ou um modelo de distribuição inovador, por exemplo.

Weaknesses: Quais são os pontos fracos do seu negócio? São aquelas áreas em que há deficiências que causam problemas ou prejuízos constantes. Pode ser, por exemplo, um produto ultrapassado, alta rotatividade de pessoal ou pouca capacidade de investimento.
Opportunities: Quais as oportunidades que você teria para aprimorar seu negócio? Isso tem relação com as chances que poucos concorrentes conseguem aproveitar de imediato. São situações como a saída de um concorrente importante ou interesse de investidores em seu segmento de mercado.

Threats: São as ameaças graves à continuidade de seu negócio. Pode ser a entrada de um concorrente poderoso no mercado, a criação de um novo produto que você não tenha acesso ou a descoberta de uma nova tecnologia que mude as regras atuais ou ainda um aumento de custos que você não consiga acompanhar.

Normalmente, os pontos fortes e fracos estão dentro da própria empresa, enquanto as oportunidades e as ameaças são situações de mercado que não dependem, em princípio, de sua atuação. Se feita com critério e profundidade, a análise SWOT, além de custar muito pouco, lhe dará informações valiosas para planejar ações que aumentem as chances de sucesso da sua empresa.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Dinheiro no bolso é essencial


Os brasileiros estão cada dia mais perdendo o hábito de andar com dinheiro no bolso. O motivo maior é a segurança. Mas ainda precisamos ter algum dinheiro na carteira para pagar algumas despesas.

Muitos pequenos negócios ainda não aderiram ao pagamento com cartão em razão das taxas de aluguel das máquinas de passar cartão, a comissão sobre o valor de uma venda e a demora para receber o dinheiro do pagamento realizado no crédito, pois isso demonstra uma operação desvantajosa ao pequeno empresário, mesmo que o cliente pense o contrario.

Então veja quais são elas e reserve esse valor para não ter problemas na hora de puxar o cartão e não ser aceito:

Sistema do seu banco pode ficar indisponível: Invariavelmente, os sistemas de bancos saem do ar em razão de alguma manutenção. Alguns bancos até avisam, mas a maioria nos pega de surpresa. Assim, ter dinheiro em espécie ou até mesmo cheque ajuda a evitar qualquer estresse. Lembre-se, isso é uma obrigação do comerciante.

Estacionamento: é um dos tipos de despesa que não aceitam pagamento em cartão. Dependendo de onde você vai deixar o carro, o valor pode variar de R$ 2,00 a hora em um parquímetro até R$ 50,00 de uma diária. Muitas vezes é possível conseguir um estacionamento mais barato se andarmos alguns quarteirões. Estacionamentos em aeroportos também costumam ser bem caros, mas tem aqueles que ficam nas redondezas e oferecem serviço de van que costumam cobrar metade do valor.

Pagamento de taxi: já são muitos os taxistas que aceitam cartão, mas ainda muitos outros não aceitam, principalmente aqueles que não fazem parte de cooperativas. Então, na urgência de chamar um taxi, previna-se com dinheiro no bolso suficiente para a corrida.

Melhor controle de gastos: por mais inseguro que seja, andar com dinheiro e não com cartão, faz com que você limite seus gastos. Se não há cartão na carteira, não corremos o risco da compra compulsiva. Para melhor administrar, você deve conhecer muito bem seus gastos e manter uma quantia diária ou semanal para cobri-los, sem gastar em coisas desnecessárias.

Restaurantes tradicionais ou barraquinhas: sim, dificilmente esses locais aceitam pagamento com cartão, alegando mais uma vez os custos, sendo uma informação bem clara já no cardápio. Então, para não passar vontade de comer aquele delicioso milho verde na beira da praia, reserve seus reais pra isso.

Passagens de ônibus ou metrô: Se você não possui um cartão de transporte ou passe livre, esqueça, o dinheiro é indispensável e essa realidade deve perdurar por muitos anos ainda.

Então se planeje e faça bom uso dos seus reais no bolso. Não passe constrangimento por não os tê-lo e não abuse dos gastos por tê-los com facilidade no bolso

 

Cliente oculto é os olhos do dono sem a percepção da equipe


Você já pensou que pode estar sendo observado, enquanto atende ao cliente, sem saber? Pois é, uma nova forma de controle vem ganhando a simpatia dos empresários, é o cliente oculto. A empresa contrata uma pessoa para usar um determinado serviço e preencher um relatório detalhado sobre a experiência, desde o atendimento inicial até detalhes como pontualidade e limpeza do local. O cliente oculto paga pelo serviço e depois é reembolsado pela empresa.

No Brasil, uma das empresas que presta esse tipo de serviço é a OnYou, a qual possui mais de 37 mil possíveis clientes ocultos cadastrados. As pessoas são direcionadas de acordo com o perfil do cliente que será avaliado. Após ser selecionado, o cliente oculto recebe todas as orientações e treinamentos sobre o que precisa observar. Além de reembolsar os gastos com o serviço, o cliente oculto pode receber de R$ 50 a R$ 250, de acordo com a complexidade dos relatórios.

Dentre as empresas que já utilizam esse serviço, esta o Cinemark que vem fazendo mudanças consideráveis em seus serviços, de acordo com os resultados apresentados pelos clientes ocultos.

Então, se você é um empresário exigente e quer oferecer excelência ao seu cliente, ai está mais uma forma de olhar seu negócio sem ser com os olhos do dono.
 

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Empreendedoras em alta: Mulheres já são responsáveis por 49,6% dos novos negócios.


Que as mulheres tem tomado cada vez mais espaço no mercado de trabalho isso já é sabido, mas elas também querem ter cada vez mais o seu próprio negócio. Entre 30% e 35% das micro e pequenas empresas do país são lideradas por mulheres, sendo que quando são analisados os novos negócios, esse número sobe para 49,6% de acordo com o SEBRAE.

As mulheres estão fazendo uma segunda revolução no mercado de trabalho, depois de terem deixado de ser apenas donas de casa e começaram a trabalhar fora, agora estão deixando o emprego e abrindo o próprio negócio impulsionado pela maternidade, pois ter seu próprio negócio possibilita às mulheres terem mais tempo com seus filhos. Mesmo com um trabalho mais árduo, as mulheres preferem a flexibilidade maior de horário.

Ainda, os negócios  liderados por mulheres possuem uma taxa de sobrevivência maior e já há linhas de financiamento específicas para promover o empreendedorismo feminino. Recentemente,  a agência  IFC (International Finance Corporation) , braço do Banco Mundial para projetos privados, anunciou que destinará R$ 1 bilhão (US$ 470 milhões) à expansão do acesso ao financiamento para pequenos e médios negócios tocados por mulheres no Brasil. Os recursos serão repassados pelo Itaú.

A taxa de sobrevivência das micro e pequenas empresas lideradas por mulheres também é maior. Talvez porque as pesquisas mostram que elas, no mundo todo, são mais disciplinadas na hora de empreender. A maior dúvida é sempre como começar. Neste ponto, os especialistas são unânimes, comece sempre pelo plano de negócios (veja aqui um exemplo), ele é o pré-natal de sua empresa.

Cônjuge sócio, sim, uma boa idéia com alguns cuidados.


O empreendedorismo desflora e melhor ainda quando nosso cônjuge compra a ideia e unem-se as forças para montar um negócio junto. Mas é preciso conversar e alinhar objetivos, pois há grandes probabilidades do negócio ou do casamento darem errado.

Antes de se iniciar um negócio com seu marido ou sua mulher é verificar se os dois querem a mesma coisa, pois é uma decisão que tem de ser tomada em conjunto, assim como o casamento. Um dos principais desafios de uma pequena empresa familiar está no possível enfraquecimento das relações familiares, segundo professora Rania Labaki, da Universidade de Bordeaux na França.

Dentre as recomendações, as mais importantes são:

Tenha os objetivos alinhados: É um desafio ter uma rotina em comum dentro de casa e outra dentro de uma empresa. “É preciso ter regras bem definidas como se o outro sócio não fosse o cônjuge”. Expressar abertamente quais são os interesses no negócio é essencial para identificar quais sãos os valores comuns do casal. Rania conta que é preciso que ambas as partes saibam qual é o comportamento esperado necessário para alcançar as metas da empresa. 

Escolha bem o tipo de negócio: O casal precisa estar animado com a ideia do projeto e ter afinidade é imprescindível na primeira parte do processo. “A escolha tem que ser uma atividade que os dois tenham afinidade e que os dois gostem. Em seguida, eles devem fazer um plano de negócios”. Durante a elaboração do plano de negócios já é possível perceber quais são diferenças entre o casal que podem resultar em possíveis conflitos no futuro.

Verifique qual o estilo do parceiro: Se um é mais workaholic e impaciente que o outro, a probabilidade do casal ter alguma desavença é alta. Uma comunicação eficiente é a chave do sucesso para se adaptar à personalidade do cônjuge. “Quando não há respeito, você não ouve o que o outro tem a dizer e não tem como compartilhar e discutir sobre a empresa. A probabilidade do negócio e do casamento dar errado é muito alta”. Para Rania, é importante que as informações sejam trocadas abertamente e de forma que ambas as partes entendam.

Divida as funções: Normalmente, empreendedores são centralizadores por natureza. Geralmente, um é mais centralizador que o outro e com a falta de separação de funções, um assume tudo e reclama que a outra parte não faz nada. Por isso, é recomendável que as funções sejam atribuídas de acordo com as aptidões de cada um. Entretanto, há situações em que o casal tem habilidades semelhantes. Nesses casos, é ainda mais importante definir quem é responsável pelo o quê. 

Programe um tempo para cada um: O início de uma empresa demanda muita energia e dedicação do casal. Recomenda-se que os empreendedores conversem bastante no horário do expediente e tentem não levar assuntos da empresa pra casa.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Atividades além da sala de aula agregam muito ao seu currículo

Sempre falo aos meus alunos que estar dentro da faculdade é muito mais que apenas assistir às aulas. Precisamos estar mais conectados a outras atividades para não sermos mais um com um diploma na mão procurando emprego. As próprias faculdades oferecem ótimas atividades que você pode se engajar para alavancar sua carreira e render bons frutos para quem esta no começo da carreira.

Segundo Luiza Lopes, analista de RH da People on Time Consultoria, isso fica perceptível nas dinâmicas de grupo, quando o candidato salta aos olhos dos gestores por ter tido atividades que iam além da sala de aula. Isso pode ser adquirido dentro da sua própria universidade, que oferece uma série de possibilidades sob o tripé: ensino, pesquisa e extensão.

Veja então abaixo algumas atividades sugeridas por especialistas da área de RH aos universitários e o que estas podem agregar de valor ao seu currículo.

Empresa júnior: Esta é a primeira sugestão dada por Manoela Costa, gerente da Page Talent. “A participação em empresa júnior demonstra o interesse do jovem no mercado e é uma chance de aplicar na prática o que ele aprendeu”, diz ela.
Trabalho em equipe, foco no resultado e disciplina são algumas das competências desenvolvidas, segundo as especialistas. “Eu fiz parte de empresa júnior, na época de faculdade, e é uma maneira também de o jovem contribuir com a comunidade, já que os serviços geralmente têm preços mais baixos”, diz Luiza, da People On Time.
Outra vantagem, diz Manoela, é que as empresas juniores oferecem ao universitário um primeiro contato com um ambiente similar àqueles do mundo corporativo. “Ele já vai entendendo um pouco como é esse ambiente”, diz.

Voluntariado: A motivação para uma causa social também é vista com bons olhos pelas especialistas. “O jovem aprende a trabalhar em equipe, a ser comprometido e disciplinado”, diz Manoela.
Na opinião, de Luiza Lopes, mesmo que não haja ligação com formação acadêmica o voluntariado é extremamente enriquecedor. “Deixa jovens mais preparados para a vida adulta”, diz.

Intercâmbio Cultural: Quem pretende conquistar uma vaga de trainee sabe que o intercâmbio é a menina dos olhos dos recrutadores. Alguns programas avisam durante a inscrição que vivência internacional é sim um diferencial importante. “Conhecer diferentes culturas contribui para a formação universitária”, diz Luiza.
De acordo com ela, programas como o Ciência Sem Fronteiras, do governo federal, são ainda mais vantajosos. “Agrega valor com a possibilidade de pesquisa em tecnologia e ciência e possibilita ao jovem trazer esse conhecimento adquirido ao seu país de origem”, explica.
E Manoela avisa, não é preciso ter uma conta bancária polpuda ou patrocínio dos pais para se aventurar nesta empreitada. “Não é só para quem tem dinheiro, tem outras formas aliadas a experiências de trabalho, por exemplo, que mostram que é possível fazer intercâmbio”, diz Manoela.

Estudo de idiomas: “Mesmo que não exista a menor possibilidade de fazer um intercâmbio, existem muitas formas de aprender inglês e outras línguas”, lembra Manoela. Muitas universidades até oferecem cursos extracurriculares de idiomas. Além disso, há plataformas virtuais de acesso gratuito, indica a especialista. “O jovem deve sempre buscar o aprendizado”, diz.

Iniciação Científica e grupos de pesquisa: São ótimos complementos para a formação acadêmica e podem encurtar o caminho até uma pós-graduação stricto sensu. É certo que esta é uma oportunidade mais enriquecedora para aqueles jovens mais inclinados à pesquisa, mas os ganhos não são restritos apenas a quem já sabe que vai seguir carreira acadêmica. Afinal aprender a pesquisar é algo que ajuda qualquer profissional interessado no seu próprio desenvolvimento.
“Quando eu estudava, a faculdade era em período integral e a única coisa que  conseguia fazer é participar de um grupo de pesquisa. A minha opinião é que é uma boa oportunidade mesmo para quem não vai trabalhar com pesquisa, como foi meu caso”, diz Manoela.

Monitoria: É um projeto interessante para estreitar as relações com professores. Lembre-se de que eles são os seus primeiros mentores de carreira. Além, há a possiblidade até que conseguir uma bolsa de estudos por conta da monitoria, destaca Luiza, da People on Time.

Centro acadêmico/ atlética e outros grupos universitários: Ao iniciar a trajetória profissional, o universitário vai perceber a importância do networking para a carreira. E os centros acadêmicos, atléticas e outros grupos universitários trazem ótimas oportunidades para o universitário ampliar a sua rede de contatos conhecendo pessoas com interesses em comum.
“Muitas vezes esses grupos proporcionam contatos também com jovens de outras faculdades”, lembra Luiza. “A nossa indicação é que o jovem mantenha contato com seus colegas”, diz Manoela.

Estágio: Reunir estágios no currículo durante a época de faculdade abre portas para contratações efetivas de recém-formados, além de render uma fonte de renda na maior parte das vezes. E é também uma forma de conhecer diferentes áreas de trabalho de uma carreira, o que vai ser importante na hora de decidir os rumos profissionais depois de formado. “É interessante o universitário já começar a olhar para isso”, diz Manoela.
Alguns cursos integrais não permitem que o jovem inclua estágios na sua rotina, mas de acordo com Manoela, sempre é possível encontrar maneiras de começar aliar o trabalho ao estudo. “Ás vezes, o jovem pode ajudar os pais no negócio familiar nas horas vagas e já é uma forma de ir se envolvendo no ambiente profissional”, diz