segunda-feira, 7 de julho de 2014

Utilidade pública para você ficar mais feliz



Amo dar boas notícias e essa merece louvor para todos nós. Enfim, a partir de amanha (terça-feira 08/07/2014) será mais fácil cancelar cancelar serviços de telefonia fixa e móvel, internet e TVs por assinatura. O cancelamento poderá ser feito por telefone, terminais ou internet, sem necessidade de falar com atendentes. O bloqueio das contas deve ser automático, com prazo máximo de dois dias para conclusão, podendo ser feito por meio de ligação telefônica, pela internet ou pelos terminais.

Esses benefícios estão previstos no Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações (RGC), que entra em vigor nesta terça-feira. Com o RGC, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) busca diminuir o número de reclamações feitas por consumidores a sua central de atendimento.

Além de ter a atribuição de cancelar as contas, caso seja a vontade dos clientes, as lojas associadas às operadoras terão também de fazer registro de reclamações, bem como atender a clientes que buscam resolver problemas em suas contas. O retorno sobre reclamações relativas a cobranças terão de ser feitos em, no máximo, 30 dias. Se a empresa não cumprir o prazo, terá de corrigir automaticamente o valor da fatura. Se ela já tiver sido paga, a operadora terá de devolver o valor em dobro.

Outra vantagem, do ponto de vista do consumidor, é que as empresas operadoras terão a obrigação de retornar as ligações, caso estas caiam. As novas regras fixam, ainda, validade mínima de 30 dias para os créditos das contas pré-pagas. Caberá às empresas informar aos clientes pré-pagos a data de expiração dos créditos e, aos pós-pagos, que os limites de serviços de mensagem (SMS) e internet móvel estão próximos de atingir os limites previstos no plano contratado.

No caso dos pós-pagos, as novas regras preveem, ainda, faturas mais detalhadas, de forma a dar mais clareza e transparência ao serviço. O regulamento prevê que os pacotes de serviços conjuntos (combos) estejam agrupados no mesmo contrato.

Anatel tenta evitar que planos iguais sejam comercializados com valores diferenciados, prejudicando alguns clientes – prática relatada em queixas reportadas à Anatel. Além disso, os contratos com fidelização terão validade máxima de 12 meses

A Oi informou já estar implementando as mudanças exigidas pelo novo regulamento, apesar de considerar alguns prazos “incompatíveis com a complexidade das alterações necessárias”. A Telefônica Vivo informa também confirma que está implantando e trabalhando para cumprir as obrigações do novo RGC, com cerca de 200 pessoas “engajadas para adaptar os sistemas de atendimento ao cliente às novas regras em um prazo extremamente curto”.

A Claro, igualmente, informou que está implementando as disposições do RGC, para “cumprir o grande volume de determinações previstas”. Já a Tim disse que “trabalha para se adequar” ao regulamento nos prazos apresentados. Para a Tim “mudanças que reforcem os direitos dos consumidores e contribuam para a melhoria da relação entre clientes e empresas são sempre benéficas”.

A GVT informou que está “trabalhando intensamente" para cumprir as regras previstas. Segundo a empresa, devido ao grande número de mudanças exigidas e ao curto prazo concedido para sua implementação, “estão sendo realizadas várias adequações em todos os sistemas e rotinas de relacionamento com o cliente”.

Então, vamos parar de ser feitos idiotas pelos atendentes de telemarketing que decoram manuais e não tem qualquer flexibilidade. Que os anjos digam "amém"!

Cresce a venda de carros usados



Enquanto as montadoras estão se debatendo para captar clientes, com suas promessas tentadoras, os brasileiros tem mesmo é comprado carros usados. As vendas já cresceram 5% só esse ano, ou seja, a relação é três carros usados vendidos para um carro novo. Cai as vendas de novos e aquece as vendas de usados.

Conforme dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de carros usados até maio subiu 5,47% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando no mesmo período a venda de carros zero km caiu 5,19%, chegando a 7,3% acumulado até junho, transformando 2014 no pior semestre dos últimos 4 anos para automóveis e comerciais leves (picapes, furgões e SUVs) novos, segundo divulgou a Fenabave na última semana.

Para as concessionárias a razão dessa queda é o desaquecimento da economia, o crédito mais escasso e o maior comprometimento da renda do brasileiro. Mas não é só isso. A inclusão de novos itens obrigatórios para os carros zero km começou a valer a partir de 1º de janeiro, mesma data em que a redução do IPI ficou menor encarecendo o produto e devia acabar agora no mês de julho, mas o governo decidiu manter a redução do IPI até o final do ano, fruto dos números fracos da industria automotiva, o que pode gerar uma grande crise no setor.

Também não podemos esquecer a desvalorização do carro, tão logo deixe a revenda. O carro zero km desvaloriza em torno 20%, mas você continua pagando um financiamento do carro zero. Muitas vezes, ao vender o carro, recebemos apenas o valor para quitar o empréstimo sem receber nada em troca. Vale a pena pensar nessas contas antes de adquirir um carro zero.

Google lança ferramenta gratuita para pequenas empresas



O Google anunciou o lançamento do Google Meu Negócio, uma plataforma gratuita voltada para donos de pequenas e médias empresas. “É possível cadastrar sua empresa no mundo online em cinco minutos”, afirma Alessandro Andrade, diretor de PMEs do Google.

A plataforma utiliza o Google Maps e o Google+ para gerar uma interface com os dados da pequena empresa. Com a ferramenta, o empreendedor também poderá monitorar quantas pessoas clicaram na sua página e aumentar o nível de engajamento com os consumidores.

O objetivo da solução é democratizar a presença online dos pequenos negócios de uma forma simples e barata. Empreendedores podem acessar a ferramenta por meio do computador ou do smartphone.

Nome da empresa, endereço, CEP, telefone e horário de funcionamento são as informações necessárias para se cadastrar.

De acordo com Andrade, um dos diferenciais do Google Meu Negócio é que o pequeno empresário poderá contar com uma equipe de consultores para tirar suas dúvidas por meio do telefone, e-mail, chat ou vídeoconferência. "Temos uma equipe de 60 pessoas que atua como consultores de marketing para ajudar os empreendedores", conta.

Em um ano, a expectativa é de que a solução possa ajudar os 6 milhões de pequenos negócios brasileiros.


ESTÁGIOS EM ECONOMIA ESTÃO ENTRE OS MAIS BEM REMUNERADOS DO PAÍS



 Estudo do Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) - uma das maiores organizações privadas de colocação de jovens no mercado de trabalho brasileiro -, divulgado nos principais jornais do País, e, também no site do COFECON, demonstram que estágios de Economia estão entre os mais bem remunerados do País. De acordo com o Nube, enquanto a média salarial paga para os estágios de nível superior no Brasil é de R$ 964,81, para a área de Economia é de R$ 1.370,26, atrás apenas da remuneração média dos estagiários de Agronomia. Os estágios em Física, Ciências Atuariais e Marketing completam as cinco primeiras posições da lista. O estudo, realizado entre outubro e novembro de 2013, envolveu 23 mil estagiários de diferentes níveis.

Veja a lista dos cursos mais bem pagos no Brasil:

1- Agronomia: R$ 1.984,94
2- Economia: R$ 1.370,26
3- Física: R$ 1.360,83
4- Ciências Atuariais: R$ 1.281,44
5- Marketing: R$ 1.278,25
6- Ciência e Tecnologia: R$ 1.218,46
7- Engenharia: R$ 1.211,26
8- Estatística: R$ 1.182,26
9- Química: R$ 1.147,82
10- Relações Internacionais: R$ 1.128,74

terça-feira, 17 de junho de 2014

Controle seus gastos com ferramentas fáceis e gratuitas



O mês tem sido muito maior que o seu salário? sim, esse é um problema de muitas famílias brasileiras. Motivos são muitos, não haveria espaço suficiente aqui para listar todos, então resolvi que precisamos ajudar. Uma das formas de organizar o orçamento familiar é saber exatamente o que se gasta. Como? fazendo uma planilha de controle de gastos. Como não falta tempo para entrar no facebook, também não vai faltar para acessar a seleção de planilhas que fiz ai abaixo para você baixar e começar a ter o controle de suas finanças. Tem pra todos os tipos, então, faça bom uso!

Para quem nunca fez um orçamento antes: A planilha do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) pode ser indicada para quem nunca fez um orçamento pessoal antes. Ela traz instruções de uso e definições de termos como receita líquida, despesas fixas e variáveis. Também inclui a aba “previsões”, que permite observar se você não está gastando mais do que previu. Download

Para os sucintos: A planilha da BM&FBovespa reúne em uma única aba do Excel o orçamento de todos os meses do ano. Além das despesas e receitas, o documento possui um quadro de anotações para investimentos, que se divide entre: Ações, Tesouro Direto, Renda fixa, Previdência privada e Outros. Download

Para quem quer detalhar bem as despesas: Sem rodeios, a planilha do consultor financeiro Beto Veiga vai direto ao ponto e é bastante intuitiva. Ela traz abas diferentes para cada mês e se destaca pelo nível de detalhamento das despesas, que são divididas em diversos grupos, que incluem até gastos com pet shop, tarifas bancárias e presentes.Download

Para quem precisa de um empurrãozinho: A ferramenta online GuiaBolso faz um diagnóstico sobre a situação financeira do usuário. Ao informar suas receitas e despesas, ela mostra qual é o seu perfil (em apuros, no limite, poupador e investidor) e oferece dicas de como reduzir gastos ou como pagar uma dívida. Além disso, o GuiaBolso conta com a consultoria de profissionais da área financeira. E o melhor: tudo de graça.

Para quem se esquece de anotar os gastos: A ferramenta online Dinheirama é ideal para os esquecidos e para quem quer praticidade. Ela permite que você faça o upload dos seus extratos bancários e importa automaticamente todas as informações neles contidas, criando relatórios e gráficos sem que você precise se preocupar em qual lugar lançar cada transação. Disponível para Android e iOS.

Para registrar os gastos em tempo real:
O app Finance é indicado para quem não desgruda do smartphone e gosta de anotar cada gasto, tão logo eles acontecem. Ele registra contas automaticamente, por meio da leitura do código de barras; possui um sistema de notificações para contas a pagar; e permite tirar fotos de recibos e notas fiscais e associá-las às transações. Gratuito e disponível para iOS eAndroid.

Para alcançar objetivos financeiros: Além das funções básicas para registro de gastos, o site Minhas Economias possui um “Gerenciador de sonhos”: o usuário diz quanto custa e quando deseja realizar seus sonhos (como a compra de uma casa) e o sistema calcula quanto ele vai precisar juntar por mês, apresentando uma lista de tarefas e dicas para tornar o objetivo mais tangível. O serviço é gratuito e pode ser acessado pelo site ou pelos apps para Android e iOS.

Para quem quer registrar apenas o básico: Com estrutura simples, o Organizze é ideal para quem quer anotar apenas o básico. Na versão gratuita, permite registrar receitas e despesas, oferece um resumo do orçamento e a visualização de um gráfico de entradas e saídas. A versão paga custa 7,90 reais por mês no pacote anual e oferece relatórios e seções dedicadas a metas, lançamentos futuros e contas e cartões. App disponível apenas para iOS.

Para quem quer personalizar os registros: O app MoneyWise permite ao usuário editar as informações, podendo, por exemplo, escolher entre visualizar o orçamento semanalmente, mensalmente ou anualmente e nomear as categorias de gasto. Ele também possibilita a realização de backup para cartão de memória ou para o Dropbox, além de exportar os dados nos formatos HTML ou CSV. Gratuito e disponível apenas para Android.

Para quem faz o orçamento em família: Com um visual que lembra o bloco de notas dos aparelhos da Apple, o app Orçamento Inteligente se destaca por oferecer a possibilidade de sincronização dos dados em diferentes aparelhos, permitindo que o orçamento seja compartilhado com toda a família. A versão gratuita é limitada a 30 transações. Disponível apenas para iOS.

Insatisfeito com o seu banco? veja se ele esta no topo das reclamações


Muita gente acha que pelo fato de eu ser perita, eu sou anti-bancos. Mas não é verdade, pois faço pericia judicial e precisamos apurar a verdade que acontece nas operações. Os bancos agem sim em desacordo com as normas do Conselho Monetário Nacional, que é a autoridade máxima do Sistema Financeiro Brasileiro.

Pra provar que não tenho nada contra, estou postando hoje um ranking de reclamações dos banco feitas ao Banco Central (BC). Para elaborar o ranking, o BC recebe as queixas dos clientes e analisa se houve descumprimento das normas do Conselho Monetário Nacional (CMN). Dessa forma, a lista considera apenas as reclamações procedentes. Os dados usados relacionam o número de queixas recebidas pelo banco com o número de clientes para verificar qual deles tem o maior índice relativo de reclamações. Assim, evita-se que alguns bancos apareçam sempre no topo do ranking por causa do maior número de clientes.

Então, se você esta insatisfeito com seu banco e ele estiver no topo da lista, não fique surpreso e continue reclamando, pois só assim ele poderá sair dessa lista.

Veja a seguir os resultados do ranking de maio:
Bancos grandes - mais de um milhão de clientes
Em maio foram registradas 1.059 reclamações procedentes entre os bancos grandes, 732 queixas a mais que em abril.

As principais queixas foram sobre a realização de débitos em conta sem autorização do cliente e prestação do serviço de conta-salário. Abaixo de cada tabela estão relacionados os tipos de reclamação mais recorrentes.
1º Lugar: Santander
Reclamações procedentes415
Número de clientes22.851.788
Índice*1,81
*Número de reclamações dividido pelo número de clientes e multiplicado por 100 mil.

Principais reclamações (em ordem decrescente): realização de débitos não autorizados; prestação do serviço de conta-salário de forma irregular; e concessão de crédito sem documentação adequada.

2º lugar: Banrisul
Reclamações procedentes36
Número de clientes2.417.656
Índice*1,48
*Número de reclamações dividido pelo número de clientes e multiplicado por 100 mil.

Principais reclamações (em ordem decrescente): prestação do serviço de conta-salário de forma irregular; irregularidades na apresentação do Custo Efetivo Total (CET) das operações de crédito; e concessão de crédito consignado sem documentação adequada.

3º Lugar: HSBC**
Reclamações procedentes79
Número de clientes6.026.128
Índice*1,31
*Número de reclamações dividido pelo número de clientes e multiplicado por 100 mil.
**Trata-se do Conglomerado HSBC, que inclui HSBC Finance Brasil Banco Múltiplo e HSBC Bank Brasil Banco Múltiplo.

Principais reclamações (em ordem decrescente): cobrança irregular de tarifa por serviços não contratados; esclarecimentos de dúvidas de forma incompleta ou incorreta; e realização de débitos não autorizados.

4º lugar: Conglomerado BB**
Reclamações procedentes333
Número de clientes36.843.993
Índice*0,90
*Número de reclamações dividido pelo número de clientes e multiplicado por 100 mil.
**Trata-se do Conglomerado Banco do Brasil, que inclui, além do Banco do Brasil, o BB Banco de Investimentos.

Principais reclamações (em ordem decrescente): realização de débitos não autorizados; cobrança irregular de tarifa por serviços não contratados; e problemas de segurança na realização de transações em meios alternativos, como internet banking.

5º lugar: Conglomerado Itaú**
Reclamações procedentes196
Número de clientes26.664.314
Índice*0,73
*Número de reclamações dividido pelo número de clientes e multiplicado por 100 mil.
**Trata-se do Conglomerado Itaú, que inclui, além do Banco Itaú, o Banco Dibens, Banco Itaú Veículos, Banco Investcred Unibanco, Banco Itaubank, Banco Itauleasing, Banco Itaú BMG Consignado, Unibanco União de Bancos Brasileiros, Banco Itaú BBA, Banco Itaucard e Hipercard Banco Múltiplo.

Principais reclamações (em ordem decrescente): realização de débitos não autorizados; cobrança de tarifas irregulares em pacotes de serviço; e concessão de crédito consignado sem documentação adequada.
Bancos médios - menos de um milhão de clientes
Em maio, os bancos médios receberam 159 reclamações, 102 a menos do que em abril.
Os bancos médios costumam atuar no fornecimento de crédito a pequenas e médias empresas, na concessão de crédito consignado e em financiamentos de carros.
As principais reclamações sobre os bancos médios foram: a concessão de empréstimos sem documentação adequada, esclarecimento de dúvidas de forma incompleta ou incorreta e restirção à portabilidade de crédito.

1º lugar: BNP Paribas**
Reclamações procedentes39
Número de clientes1.963
Índice*1.986,75
*Número de reclamações dividido pelo número de clientes e multiplicado por 100 mil.
**Trata-se do Conglomerado BNP Paribas, que inclui, além do BNP Paribas Brasil, o Banco Cetelem.

Principais reclamações (em ordem decrescente): esclarecimentos de dúvidas de forma incompleta ou incorreta; concessão de crédito consignado sem documentação adequada; e concessão de crédito consignado com documentação falsa.

2º lugar: Conglomerado BMG**
Reclamações procedentes84
Número de clientes6.665
Índice*1.260,31
*Número de reclamações dividido pelo número de clientes e multiplicado por 100 mil.
**Trata-se do Conglomerado BMG, que inclui, além do Banco BMG, o Banco Cifra e o BCV Banco de Crédito e Varejo.

Principais reclamações (em ordem decrescente): concessão de crédito consignado sem documentação adequada; esclarecimentos de dúvidas de forma incompleta ou incorreta; e restrição à portabilidade do crédito consignado.

3º lugar: Banco Pan (antigo Panamericano)
Reclamações procedentes16
Número de clientes2.990
Índice*535,11
*Número de reclamações dividido pelo número de clientes e multiplicado por 100 mil.

Principais reclamações (em ordem decrescente): concessão de crédito consignado sem documentação adequada; concessão de crédito consignado com documentação falsa; e esclarecimentos de dúvidas de forma incompleta ou incorreta.

4º lugar: Banco Daycoval
Reclamações procedentes6
Número de clientes9.399
Índice*63,83
*Número de reclamações dividido pelo número de clientes e multiplicado por 100 mil.
**Trata-se do Conglomerado Societe Generale, que inclui os bancos Pecúnia e Cacique.

Principais reclamações (em ordem decrescente): concessão de crédito consignado com documentação falsa; e restrição da portabilidade do crédito consignado.

5º lugar: Conglomerado Citibank
Reclamações procedentes11
Número de clientes7.378
Índice*149,09
*Número de reclamações dividido pelo número de clientes e multiplicado por 100 mil.
**Trata-se do Conglomerado Citibank, que além do Banco Citibank inclui o Banco Citicard.

Principais reclamações (em ordem decrescente): concessão de crédito consignado sem documentação adequada; problemas de segurança na realização de transações em meios alternativos, como internet banking; e cobrança irregular de tarifa por serviços não contratados

Comprei e não gostei. E agora, posso devolver?


O comércio esta cada vez mais desenvolvendo técnicas avançadas de marketing para encantar e atrair consumidores, mas isso gera problemas sérios para muitas pessoas que ao chegar em suas residências, percebem que compraram algo que não necessitavam.  Dai começa o dilema: quero devolver, posso? segundo o Código de defesa do Consumidor em alguns casos, sim em outros não. Mesmo que a politica de devolução do comércio brasileiro não seja tão aberto à devoluções, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) dá ao cliente o direito de devolver um produto em até sete dias e receber seu dinheiro de volta quando a compra não ocorrer em lojas físicas, ou seja, por interne. Conforme prevê o artigo 49 do CDC: “O consumidor pode desistir do contrato, no prazo de sete dias [...] sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio. Nesses casos, o valor deve ser devolvido imediatamente e atualizado monetariamente. Essa é uma forma de proteger o consumidor de agir por impulso, muitas vezes com ofertas enganosas. Isso vale tanto para sites brasileiros quanto para sites estrangeiro, uma vez que as empresas que vendem aqui deve se subordinar a legislação brasileira, mas o processo pode ser bem burocrático.

Como fazer então:
  • Para que a devolução do produto seja aceita e o dinheiro restituído, o cliente deve comunicar a empresa sobre a desistência em até sete dias.
  • Após comunicada a desistência, o produto pode ser devolvido pessoalmente, por correio ou pode ser retirado pela empresa em um endereço informado pelo cliente. O fornecedor precisa viabilizar meios de realizar a devolução do valor e o retorno do produto.
  • O cliente deve arquivar documentos que comprovem que a empresa foi informada sobre a desistência em até sete dias após a compra. Pode guardar o e-mail enviado à empresa ou o protocolo do atendimento, se o contato foi por telefone.
  • O Procon também orienta o cliente a buscar a solução do problema diretamente com o fornecedor antes de recorrer a outros meios para que seja dado à empresa o direito de resolver o problema. Se a empresa não atender o cliente de forma satisfatória, nesse caso então ele deve entrar em contato com órgãos de defesa do consumidor, como o próprio Procon.
  • Ainda assim, se o problema não for sanado com a empresa, nem com o auxílio dos órgãos de defesa do consumidor, o próximo passo então pode ser recorrer à Justiça, por meio dos Juizados Especiais Cíveis, que atendem pequenas causas. Eles são a via judicial mais indicada porque julgam causas que envolvem valores de até 40 salários mínimos, faixa que compreende a maioria dos conflitos relacionados a compras.
  • Antes de tudo o cliente deve agir com boa fé.
Em caso de defeito ou descumprimento da oferta
  • Nos casos em que a compra for feita nas lojas físicas, com contato direto do consumidor com o produto, não há possibilidade de desistir da compra em sete dias por qualquer motivo.
  • No entanto, segundo o Código de Defesa do Consumidor, independentemente do local da compra, o consumidor pode desistir do contrato em duas situações: quando há vício de produto ou quando a compra caracteriza descumprimento de oferta. O vício ocorre quando há algum tipo de defeito no produto. Nesse caso, o comprador deve informar o fornecedor sobre o problema e se a empresa não o corrigir em até 30 dias, então o cliente tem o direito de cancelar a compra e receber seu dinheiro de volta imediatamente. 
  • Se preferir, o cliente também pode exigir a substituição por outro produto semelhante, em perfeitas condições de uso. Os detalhes sobre os tipos de defeitos que caracterizam vício, assim como as alternativas de resolução do conflito podem ser encontradas no Capítulo IV do Código de Defesa do Consumidor. Na maioria dos casos de vício, costuma ocorrer a reposição do produto. A troca é a praxe de mercado no Brasil, aqui não se costuma cancelar o contrato. Já o descumprimento de oferta é caracterizado quando o produto que foi entregue se mostrou diferente do que foi prometido na venda. 
  • Segundo o artigo 35 do Código de Defesa do Consumidor, quando o que foi ofertado não é cumprido, o cliente tem três alternativas: exigir o cumprimento forçado da obrigação nos termos da oferta; aceitar outro produto ou prestação de serviço equivalente; ou rescindir o contrato, com direito à restituição do valor pago.